Número Negativo [Trama]

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Número Negativo [Trama]

Mensagem por Poseidon em Qua Jun 08, 2011 9:24 pm

Trama oficial
Número Negativo

Num mundo diferente, onde Deuses Olimpianos governam, existe muita maldade. Sobre os céus, o Olimpo, onde guarda os doze Deuses Gregos, está cheio de mistérios em relação à isso. Fantasmas, Zumbis, Vampiros, Dinossauros, Dragões, e mais alguns seres místicos fazem o terror nesse mundo cruel. Já que de alguma forma os deuses conseguiram acabar com os titãs, essas criaturas dominam. Mas são tantas, que nem os Deuses conseguem destruir todas elas. Mas o que realmente provoca medo neles são os Anjos e Demônios.
Acredita-se que existe uma divindade maior ainda que os Deuses Olimpianos. Apenas um Deus. Os Deuses não acreditam nisso, eles acreditam apenas em si mesmos e vão tentar de tudo para destruir esses seres. Mas existem aliados, como os anjos. Os anjos não mencionam nada sobre Deus. Mas eles sabem de algo. Talvez seja apenas pra ajudar a combater esse mal e voltar pra casa, seja lá onde for. Ninguém sabe como tudo começou. Os humanos nem sabem dessas coisas. As criaturas estão escondidas em cidades grandes. Dificilmente poderia encontrá-las. Porém, nós estamos aqui para isso.
Meu nome é James Cabott, moro no em Nova York e sou um dos escolhidos. Antigamente existiam semideuses, agora não existem mais. Existem guerreiros que servem a um deus olimpiano. O deus o escolhe, e ele terá que ser guerrilheiro por um tempo. Pra que isso? Pra ajudá-los a enfrentar as criaturas sobrenaturais. Aliás, o mundo todo é sobrenatural. Se você tem medo do escuro e acredita em bicho-papão, continue acreditando. Só perca o medo do escuro e enfrente-o. Seja forte, seja como nós. Eu fui escolhido, um deus me escolheu.
Tudo começou quando estava em casa, em Nova York, vendo um filme de ação. Eu tinha 15 anos, faltavam 3 dias pro meu aniversário de 16. Eram 08:26 da manhã. Eu estava alegre. Meu pai estava na mesa, lendo jornal. Minha mãe estava na cozinha, preparando meu lanche.
Depois de comer, fui direto pro sofá, voltando a assistir o filme. No momento, eu pensei em como seria se eu fosse um guerreiro ou algo assim. Eu tinha um sonho, e era ser um dos maiores lutadores do mundo. Famoso, rico... Eu iria ajudar muita gente. Sim, eu não pensava somente em mim. Queria ajudar muitos necessitados. Mas enfim. Saí, fui me encontrar com uns amigos no shopping. É. Num mundo com poucos corruptos, é difícil entender como seria uma pessoa com muito poder. Cheguei no shopping e me sentei num banquinho por lá. Fiquei esperando por um tempo, até vir um sujeito estranho com jaqueta de couro e óculos escuros. Ele me fitou por um tempo e perguntou meu nome. Eu disse, e olhei bem. Eu poderia ter ficado com medo e sair correndo que nem aquelas crianças idiotas num colégio para deficientes mentais. Mas não corri. Então, uma coisa estranha aconteceu.
Ele se sentou ao meu lado e disse varias coisas. Sobre deuses, guerreiros e etc... Ele me explicou tudo. E disse que seu nome era Ares. Que legal, eu estava falando com o deus grego da guerra? Sim. Ele queria que eu me juntasse ao exército dele. Mas e minha família, e meus amigos? Ele disse que eu era ótimo pra ser um guerreiro e assim ajudaria a todos. Por que senão, o mundo poderia estar correndo um grande perigo.
O principal objetivo era recuperar uns itens mágicos, pra que pudessem destruí-las. Eu não sei bem pra que eram, mas parecia que continha números. Um número em cada item. Pra que isso? O que eles realmente queriam? Mesmo estando confuso, aceitei ser guerreiro de Ares e fui pro “Olimpo”, com ele.

...

Andei com o tal Ares até a porta do shopping. Vai ver é só um maluco qualquer. Mas porque eu estava tão confiante? Tinha algo errado comigo. Por isso fui com ele. Ao entrar no estacionamento, ele pediu pra eu esperar. Então do nada, uma luz vermelha iluminou todo local. Por alguns segundos, eu pensei que ia morrer. Mas a luz diminui e some, fazendo-me encher tudo. E eu não estava mais no shopping, eu estava no “paraíso”. Sim, poderia chamar isso. Talvez o Olimpo fosse o paraíso. Cocei os olhos, devia ser apenas minha imaginação. Mas logo vi todo aquele pessoal de branco. Mas o que diabos... O MONTE OLIMPO EXISTE? Quer dizer, claro que ele existe. Na Grécia. MAS EU ESTAVA FALANDO DAQUELE MONTE OLIMPO ONDE CONTIA OS DEUSES OLIMPIANOS. Fiquei paralisado por um momento, até Ares me dar um tapa de leve na cabeça. Tão leve que eu caí no chão. Levantei, com as mãos na cabeça e continuei a andar.
Depois de muita ladainha, encontrei os outros deuses. Fiquei paralisado novamente, e novamente levei mais “tapinhas” de Ares. Os deuses me explicaram o que estava acontecendo. Eles estavam reunindo alguns guerreiros para os Itens Sagrados do Olimpo. Eram acessórios normais como chaveiros, pulseiras, ou até armas como espada ou lança. Fiquei sem entender por um momento, muita coisa rolava naquela hora. Eu apenas disse que “sim” com a cabeça, quando Zeus me perguntou se eu queria realmente fazer essa missão. Então, eles me mandaram de volta pra Nova York. Disseram que eu voltaria pro Olimpo assim que conseguissem mais alguns guerreiros. Que ótimo. O que eu iria dizer pros meus pais? Só sei que havia algo no meu bolso. Tirei pra ver o que era. Eram dois Socos ingleses, dourados. Era ouro? Sim, parecia. Olhei para os lados e coloquei-os de volta no bolso. Então fui para casa.
A noite estava sombria. A neve deixara a cidade mais “limpa”. As ruas esburacadas e o cheiro de cachorro morto nos becos obscuros desapareceram completamente. A violência em Nova York diminuiu e muito. Ninguém sabe o porquê, mas eu tinha a impressão de que tudo estava ligado aos deuses. Cheguei em casa e fui tomar banho para dormir. No outro dia, acordei, tomei banho, escovei os dentes e voltei pro meu quarto. Eu já ia descer para tomar café até acontecer algo estranho.
Minha mão esquerda começou a arder, parecia que estava queimando. Gritei de dor, parecia que algo estava se formando ali, como um desenho. Uma luz vermelha o cobria, estava criando forma. Era um número. Estava escrito “No. 29”. A dor passou, mas o desenho não se apagou, e ainda brilhava no desenho, um brilho avermelhado. Continuei a olhar. Até minha própria mão apontar para a janela, como se fosse um Imã ou algo assim. Andei até a janela e abri-a. Não tinha nada lá fora, a não ser um homem de jaqueta de couro preta e de óculos escuros. Logo reconheci aquela figura. Era Ares, o deus da guerra.




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